quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Carnaval seguro: DST





As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são causadas por vírus, bactérias ou micróbios que se transmite, principalmente, pelas relações sexuais sem o uso de preservativo com uma pessoa já infectada. A doença se manifesta, geralmente, por meio de feridas, bolhas, corrimentos ou verrugas.
Algumas doenças não apresentam sintomas, tanto no homem quanto na mulher. Essas doenças quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para a sua forma mais grave, como infertilidades, câncer e até a morte. Se você fez sexo sem proteção o recomendado é que procure uma unidade de saúde para consultas com um profissional.
Usar preservativos em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal) é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão de DST, em especial o vírus da Aids, HIV. Existe outra forma de pegar DST que é por meio da transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis. A Aids e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe para o feto se esta não estiver em tratamento, pelo parto. E no caso da Aids, pode ser transmitida também pela amamentação.
Com o tratamento, a qualidade de vida do paciente melhora e a cadeia de transmissão é interrompida.
Nesse carnaval, lembre-se de usar camisinha. A prevenção é o melhor tratamento.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Síndrome dos ovários policísticos (SOP): Você conhece?



O ovário policístico é um distúrbio que interfere no processo normal de ovulação devido ao distúrbio hormonal que leva a formação de cistos no ovário. O aparecimento de cistos no ovário é normal, porém ao menstruar esses cistos somem, porém em pessoas que tem a síndrome do ovário policístico eles permanecem e modificam a estrutura ovariana, aumentando o seu tamanho. A portadora costuma ter o ciclo irregular e ovula com menor frequência.  A SOP costuma afetar cerca de 20% das mulheres na fase da vida reprodutiva.
Não se sabe em definitivo quais os fatores que levam ao desenvolvimento da SOP, mas ela tem, em parte, uma origem genética. Pacientes com a síndrome tem resistência a insulina, o aumento da quantidade de insulina no sangue provoca o desequilíbrio hormonal. 

PRINCIPAIS SINTOMAS

Mulheres que tem a síndrome do ovário policístico tem ciclos menstruais irregulares, menor frequência de ovulação, o distúrbio ainda favorece o aparecimento de doenças como a diabetes tipo 2, devido a resistência a insulina que essas mulheres costumam ter, obesidade e problemas cardíacos. O excesso de hormônios masculinos também é encontrado em pacientes com SOP, causando, por exemplo, o aparecimento de acnes e aumento de pelos.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico é iniciado durante a consulta com o ginecologista. Para investigar, os médicos costumam pedir exames de sangue e de imagem para excluir problemas com a tireóide ou com a glândula suprarrenal.

TRATAMENTO

O tratamento para Síndrome do Ovário Policístico geralmente se concentra na gestão dos sintomas e complicações, como: acnes, infertilidade ou obesidade. O médico pode prescrever remédios que:
·         Regulem o ciclo menstrual (anticoncepcionais);
·         Reduzam os níveis de insulina e previnam a diabetes tipo 2;
·         Ajudar na ovulação com indutores de ovulação;
·         Reduzir o crescimento excessivo de pelos, com inibidores de hormônios andrógenos.

OBS.: Somente um médico poderá indicar qual o tratamento necessário para você. Se você apresenta algum dos sintomas listados aqui, procure o seu médico e NUNCA se automedique.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Cistos Mamários




O cisto mamário é uma coleção liquida que fica envolto por uma membrana, uma espécie de bolsa, localizado dentro da mama.
Os cistos mamários surgem por obstrução nos ductos lobulares terminais, que são a porção do ducto lactífero mais próxima dos lobos. Quando esses ductos estão obstruídos causam o acúmulo de líquido e formação de cistos.
Eles podem surgir em qualquer idade, mas é mais comum entre os 35 e 50 anos, nesta faixa os cistos são encontrados em 40% das mulheres. Sua textura é variável, muitas vezes semelhante a uva ou um balão de água. Em alguns casos, o cisto pode se parecer com o nódulo que tem uma massa mais dura.
Os cistos mamários podem sem classificados de duas formas, de acordo com o seu tamanho:

Microcistos: cistos mamários muito pequenos que só são detectados durante exames de imagem, mamografia ou ultrassonografia mamária. São menores que 0,4 cm de diâmetro.

Macrocistos: Cistos grandes o suficiente para serem palpados e podem chegar até 5 cm de diâmetro. Os macrocistos podem provocar dor ou desconforto, pois eles podem comprimir o tecido mamário adjacente. 

DIAGNÓSTICO DO CISTO NAS MAMAS

A ultrassonografia é o método mais eficaz e mais utilizado para identificar os cistos mamários, uma vez que esse método permite visualizar estruturas preenchidas por líquidos.
Os cistos podem ter as seguintes características ao ultrassom:
Cistos mamários simples: o cisto simples é bem circunscrito, tem paredes finas e conteúdo puramente líquido, normalmente vem na conclusão da ultrassonografia Birads 2.
Cistos complexo: são definidos como massa com paredes espessas, com septos em seu interior e aspecto heterogêneo, pois tem características mistas com lesão liquida e sólida. Na ultrassonografia é concluído como Birads 3 ou mais. 



CISTO NA MAMA PODE VIRAR CANCER?

Os cistos da mama são definidos como lesões benignas. Um cisto mamário simples não é câncer e não tem risco de virar câncer ou de aumentar o risco da paciente em ter câncer de mama.
Já os tumores malignos, são sólidos e precisam de uma atenção especial. Alguns tumores podem se apresentar na forma de cistos complexos, porém não são muito comuns. O cisto complexo, na maioria dos casos, é composto por pus, coágulos e restos celulares.  

TRATAMENTO DOS CISTOS MAMÁRIOS

Os cistos mamários que são simples e assintomáticos, não precisam de tratamento. Se o cisto for palpável o liquido da lesão pode ser aspirada com uma agulha fina, dependendo do tamanho do cisto é solicitado a aspiração com a ajuda da ultrassonografia. A recorrência do cisto é bem comum e não é preciso se preocupar.